Ferlumbras
Felipe, 25, Homme
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R.E.M. – At My Most Beautiful |
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15 mars 13h57m | ||
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Wilco – War on War | 21 fév. 23h51m | |||
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Wilco – I'm the Man Who Loves You | 21 fév. 23h47m | |||
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Wilco – Jesus, Etc. | 21 fév. 23h43m | |||
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Milton Nascimento – Clube Da Esquina Nº 2 | 13 fév. 23h46m | |||
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Milton Nascimento – O Que Foi Feito Devera/O Que Foi Feito de Vera | 13 fév. 23h45m | |||
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Guinga – Senhorinha | 13 fév. 23h39m | |||
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Guinga – Cheio De Dedos | 13 fév. 23h36m | |||
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Guinga – Picotado | 13 fév. 23h34m | |||
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Guinga – Canção Desnecessária | 13 fév. 23h30m | |||
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Guinga – Catavento E Girassol | 13 fév. 23h19m | |||
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João Gilberto – O Barquinho | 13 fév. 23h16m | |||
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David Bowie – Ziggy Stardust | 13 fév. 23h13m | |||
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Simon & Garfunkel – A Poem On The Underground Wall | 13 fév. 23h12m | |||
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Simon & Garfunkel – A Poem On The Underground Wall | 13 fév. 23h09m | |||
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Simon & Garfunkel – The Sound of Silence | 13 fév. 23h06m | |||
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Filarmônica de Pasárgada featuring Luiz Tatit, Ná Ozzetti & Kassin – O Seu Tipo | 13 fév. 23h03m | |||
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Cícero – Tempo de Pipa | 13 fév. 23h00m | |||
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Cartola – Minha | 13 fév. 22h57m | |||
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Chico Buarque – Piano na mangueira | 13 fév. 22h54m |
Bibliothèque de Ferlumbras
2 081 Artistes en tout
Affichage : 3 derniers mois
Coups de cœur (134)
Dernier coup de cœur : R.E.M. – At My Most Beautiful
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Top Titres
À propos de moi
Sou erros de português em demasia e a culpa é disso toda minha. Essa é a minha Ontologia.
Pedicabo ego vos et irrumabo,
Aureli pathice et cinaede Furi,
Qui me ex uersiculis meis putastis,
Quod sunt molliculi, parum pudicum.
Nam castum esse decet pium poetam
Ipsum, uersiculos nihil necesse est,
Qui tum denique habent salem ac leporem,
Si sunt molliculi ac parum pudici
Et quod pruriat incitare possunt,
Non dico pueris, sed his pilosis,
Qui duros nequeunt mouere lumbos.
Vos quod milia multa basiorum
Legistis, male me marem putatis?
Pedicabo ego vos et irrumabo.
- Catullus - Carmen 16

"As coisas que não existem são mais bonitas" - Felisdônio





'Wond'ring Aloud: will the years treat us well?'


"É a maçã o símbolo do pentagrama, pois suas sementes se colocam como a estrela de cinco pontas (pentacarpo ou pentacarpelado).
Na Bíblia, no livro da Gênesis, o fruto proibido é a maçã, da árvore da sabedoria, porque o cinco simboliza a atividade do espírito ao conhecer o quaternário, o saber que conquistado, afasta o homem do jardim do Éden, o jardim da vida inocente animal, para levá-lo, pelo conhecimento do bem e do mal, ao sofrimento da vida. Por isso o cinco é símbolo da mente e da inteligência, o espírito humano que cerca a natureza (como a serpente), para conhecê-la e julgá-la.
Na sua combinação aritmonômica, o cinco é a soma do primeiro número par, o 2, e do primeiro número impar, o 3, (o 1 não é nem par nem impar aritmosoficamente considerado). Eis por que o vemos simbolizar o matrimônio.
Para sintetizar, podemos dizer que o 5 é símbolo da forma, dos esquemas que encapam aos olhos do corpo e são vistos pelos olhos da inteligência." - Mario Ferreira dos Santos / Tratado de Simbólica
Cumpre-me agora dizer que espécie de homem sou. Não importa o meu nome, nem quaisquer outros pormenores
externos que me digam respeito. É acerca do meu carácter que se impõe dizer algo.Toda a constituição do meu espírito é de hesitação e dúvida. Para mim, nada é nem pode ser positivo; todas as coisas oscilam em torno de mim, e eu com elas, incerto para mim próprio. Tudo para mim é incoerência e mutação. Tudo é mistério, e tudo é prenhe de significado. Todas as coisas são «desconhecidas», símbolos do Desconhecido. O resultado é horror, mistério, um medo por demais inteligente.Pelas minhas tendências naturais, pelas circunstâncias que rodearam o alvor da minha vida, pela influência dos estudos feitos sob o seu impulso (estas mesmas tendências) - por tudo isto o meu carácter é do género interior, autocêntrico, mudo, não auto-suficiente mas perdido em si próprio. Toda a minha vida tem sido de passividade e sonho. Todo o meu carácter consiste no ódio, no horror e na incapacidade que impregna tudo aquilo que sou, física e mentalmente, para actos decisivos, para pensamentos definidos. Jamais tive uma decisão nascida do autodomínio, jamais traí externamente uma vontade consciente. Os meus escritos, todos eles ficaram por acabar; sempre se interpunham novos pensamentos, extraordinárias, inexpulsáveis associações de ideias cujo termo era o infinito.
Não posso evitar o ódio que os meus pensamentos têm a acabar seja o que for; uma coisa simples suscita dez mil
pensamentos, e destes dez mil pensamentos brotam dez mil interassociações, e não tenho força de vontade para os
eliminar ou deter, nem para os reunir num só pensamento central em que se percam os pormenores sem importância
mas a eles associados. Perpassam dentro de mim; não são pensamentos meus, mas sim pensamentos que passam através de mim. Não pondero, sonho; não estou inspirado, deliro. Sei pintar mas nunca pintei, sei compor música, mas nunca compus. Estranhas concepções em três artes, belos voos de imaginação acariciam-me o cérebro; mas deixo-os ali dormitar até que morrem, pois falta-me poder para lhes dar corpo, para os converter em coisas do mundo externo.
O meu carácter é tal que detesto o começo e o fim das coisas, pois são pontos definidos. Aflige-me a ideia de se encontrar uma solução para os mais altos, mais nobres, problemas da ciência, da filosofia; a ideia que algo possa ser determinado por Deus ou pelo mundo enche-me de horror. Que as coisas mais momentosas se concretizem, que
um dia os homens venham todos a ser felizes, que se encontre uma solução para os males da sociedade, mesmo na sua concepção - enfurece-me. E, contudo, não sou mau nem cruel; sou louco, e isso duma forma difícil de conceber.
Embora tenha sido leitor voraz e ardente, não me lembro de qualquer livro que haja lido, em tal grau eram as
minhas leituras estados do meu próprio espírito, sonhos meus - mais, provocações de sonhos. A minha própria
recordação de acontecimentos, de coisas externas, é vaga, mais do que incoerente. Estremeço ao pensar quão pouco
resta no meu espírito do que foi a minha vida passada. Eu, um homem convicto de que hoje é um sonho, sou menos
do que uma coisa de hoje. - Fernando Pessoa

How can they look into my eyes and still they don't believe me?
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
Finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
Temptaris numeros. Ut melius quidquid erit pati,
Seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
Quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques, et spatio brevi
Spem longam reseces. Dum loquimur, fugerit invida
Aetas: carpe diem, quam minimum credula postero.
- Horatius (Carmina: Liber I, carmen XI)


"The seals on FerLumbras old citadel are glowing. Prepare for HIS return mortals."
"Desta terra e deste estrume é que nasceu esta flor." - Machado de Assis
Pedicabo ego vos et irrumabo,
Aureli pathice et cinaede Furi,
Qui me ex uersiculis meis putastis,
Quod sunt molliculi, parum pudicum.
Nam castum esse decet pium poetam
Ipsum, uersiculos nihil necesse est,
Qui tum denique habent salem ac leporem,
Si sunt molliculi ac parum pudici
Et quod pruriat incitare possunt,
Non dico pueris, sed his pilosis,
Qui duros nequeunt mouere lumbos.
Vos quod milia multa basiorum
Legistis, male me marem putatis?
Pedicabo ego vos et irrumabo.
- Catullus - Carmen 16

"As coisas que não existem são mais bonitas" - Felisdônio



'Wond'ring Aloud: will the years treat us well?'


"É a maçã o símbolo do pentagrama, pois suas sementes se colocam como a estrela de cinco pontas (pentacarpo ou pentacarpelado).
Na Bíblia, no livro da Gênesis, o fruto proibido é a maçã, da árvore da sabedoria, porque o cinco simboliza a atividade do espírito ao conhecer o quaternário, o saber que conquistado, afasta o homem do jardim do Éden, o jardim da vida inocente animal, para levá-lo, pelo conhecimento do bem e do mal, ao sofrimento da vida. Por isso o cinco é símbolo da mente e da inteligência, o espírito humano que cerca a natureza (como a serpente), para conhecê-la e julgá-la.
Na sua combinação aritmonômica, o cinco é a soma do primeiro número par, o 2, e do primeiro número impar, o 3, (o 1 não é nem par nem impar aritmosoficamente considerado). Eis por que o vemos simbolizar o matrimônio.
Para sintetizar, podemos dizer que o 5 é símbolo da forma, dos esquemas que encapam aos olhos do corpo e são vistos pelos olhos da inteligência." - Mario Ferreira dos Santos / Tratado de Simbólica
Cumpre-me agora dizer que espécie de homem sou. Não importa o meu nome, nem quaisquer outros pormenores
externos que me digam respeito. É acerca do meu carácter que se impõe dizer algo.Toda a constituição do meu espírito é de hesitação e dúvida. Para mim, nada é nem pode ser positivo; todas as coisas oscilam em torno de mim, e eu com elas, incerto para mim próprio. Tudo para mim é incoerência e mutação. Tudo é mistério, e tudo é prenhe de significado. Todas as coisas são «desconhecidas», símbolos do Desconhecido. O resultado é horror, mistério, um medo por demais inteligente.Pelas minhas tendências naturais, pelas circunstâncias que rodearam o alvor da minha vida, pela influência dos estudos feitos sob o seu impulso (estas mesmas tendências) - por tudo isto o meu carácter é do género interior, autocêntrico, mudo, não auto-suficiente mas perdido em si próprio. Toda a minha vida tem sido de passividade e sonho. Todo o meu carácter consiste no ódio, no horror e na incapacidade que impregna tudo aquilo que sou, física e mentalmente, para actos decisivos, para pensamentos definidos. Jamais tive uma decisão nascida do autodomínio, jamais traí externamente uma vontade consciente. Os meus escritos, todos eles ficaram por acabar; sempre se interpunham novos pensamentos, extraordinárias, inexpulsáveis associações de ideias cujo termo era o infinito.
Não posso evitar o ódio que os meus pensamentos têm a acabar seja o que for; uma coisa simples suscita dez mil
pensamentos, e destes dez mil pensamentos brotam dez mil interassociações, e não tenho força de vontade para os
eliminar ou deter, nem para os reunir num só pensamento central em que se percam os pormenores sem importância
mas a eles associados. Perpassam dentro de mim; não são pensamentos meus, mas sim pensamentos que passam através de mim. Não pondero, sonho; não estou inspirado, deliro. Sei pintar mas nunca pintei, sei compor música, mas nunca compus. Estranhas concepções em três artes, belos voos de imaginação acariciam-me o cérebro; mas deixo-os ali dormitar até que morrem, pois falta-me poder para lhes dar corpo, para os converter em coisas do mundo externo.
O meu carácter é tal que detesto o começo e o fim das coisas, pois são pontos definidos. Aflige-me a ideia de se encontrar uma solução para os mais altos, mais nobres, problemas da ciência, da filosofia; a ideia que algo possa ser determinado por Deus ou pelo mundo enche-me de horror. Que as coisas mais momentosas se concretizem, que
um dia os homens venham todos a ser felizes, que se encontre uma solução para os males da sociedade, mesmo na sua concepção - enfurece-me. E, contudo, não sou mau nem cruel; sou louco, e isso duma forma difícil de conceber.
Embora tenha sido leitor voraz e ardente, não me lembro de qualquer livro que haja lido, em tal grau eram as
minhas leituras estados do meu próprio espírito, sonhos meus - mais, provocações de sonhos. A minha própria
recordação de acontecimentos, de coisas externas, é vaga, mais do que incoerente. Estremeço ao pensar quão pouco
resta no meu espírito do que foi a minha vida passada. Eu, um homem convicto de que hoje é um sonho, sou menos
do que uma coisa de hoje. - Fernando Pessoa
How can they look into my eyes and still they don't believe me?
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
Finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
Temptaris numeros. Ut melius quidquid erit pati,
Seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
Quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques, et spatio brevi
Spem longam reseces. Dum loquimur, fugerit invida
Aetas: carpe diem, quam minimum credula postero.
- Horatius (Carmina: Liber I, carmen XI)


"The seals on FerLumbras old citadel are glowing. Prepare for HIS return mortals."
"Desta terra e deste estrume é que nasceu esta flor." - Machado de Assis
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